Muitas são as características das crianças com a síndrome da hiperatividade e déficit de atenção. Em geral, essas crianças são: impulsivas, não retém a atenção e, a agitação é presença constante. Não conseguem realizar todas as tarefas escolares, perdem coisas, têm baixa tolerância a frustrações, correm, sobem em lugares perigosos, são precipitadas, falam excessivamente, não conseguindo manter diálogos pois, interrompem o outro constantemente, etc.

Há situações que fazem a criança parecer ter a síndrome, mas nem sempre é. Às vezes ela só tem o déficit de atenção. E, o que é a atenção? É a aplicação cuidadosa da mente a alguma coisa. Existe certo grau de diferença no desenvolvimento da atenção entre os dois hemisférios cerebrais. O lado direito é responsável pelo nível mais alto da atenção, onde se formam mais sinapses, que se fundem para despertar a atenção. Para que a atenção se desenvolva é necessário a integração dos sistemas sensorial e motor – funcionamento integrado entre os hemisférios direito e esquerdo.

Qual preconceito você tem? Não adianta negar,todos temos preconceitos. Uns mais, outros menos. Uma das gêneses dos preconceitos é a falta de informação sobre os eventos. São tantas as coisas que temos de ter conhecimentos que é comum ignorarmos sobre certas coisas ou termos informações equivocadas sobre elas. Também é difícil aceitar as pessoas que não se encaixam no nosso padrão de “normalidade“. Tendemos a excluir o gordo, o feio, o repetente, o tímido, o negro, o homoafetivo, o transexual, o que professa uma fé desconhecida ou de origem considerada inferior (o candomblé por exemplo) o bipolar, o hiperativo, o desatento, o lento, o com TOC - transtorno obsessivo compulsivo, o deprimido, o disléxico, o genial, o excêntrico, o com temperamento difícil, etc. Achamos que quando defendemos a escola especializada, o manicômio  e outras instituições que agrupam pessoas em certas categorias estamos promovendo o desenvolvimento pleno delas, mas esta é uma forma sutil de preconceito (a homogeneidade é empobrecedora e não é natural).

Tanto quanto os pais, queremos ver os nossos educandos em Universidades... assumindo, cada qual, a profissão que mais atender aos seus anseios.

No entanto esperamos mais!

Esperamos vê-los PESSOAS FELIZES, cidadãos éticos, com valores positivos de vida, solidários, criativos, versáteis...

Em relação à ampliação para nove anos do Ensino Fundamental, quero estar otimista, mas não consigo esconder a minha apreensão.

Os nove anos, começam a partir dos 6 anos de idade, no III período de jardim ou Classe de Alfabetização, que passa a ter a nomenclatura de 1º ano.

Uma das maiores frustrações dos pais e das mães é não serem considerados “legais” pelos seus próprios filhos. Aliás, até uma certa idade (9/ 10 ... 11 anos) o pai é o herói e a mãe a santa protetora. De repente ele entra na puberdade e tudo fica diferente. O adolescente mostra-se a princípio meio ausente, fala pouco, “não está nem aí”... As mães preocupadas insistem: “o que é? o que está acontecendo? brigou na escola? as notas estão baixas?” Claro, a escola é a primeira referência de preocupação. Tanto “cutucão” de lá e de cá, até que o adolescente “explode”. E então ouvem-se os chavões: “que saco!” “Mãe, você é muito chata! Não posso fazer nada! Fulano é que é feliz, sua mãe e seu pai é que são legais!” Algumas mães, coitadas, após o susto começam a se cobrar: “estou pegando muito no pé. Não tenho lhe dado atenção. O pai também não... Meu Deus preciso fazer alguma coisa senão vou perder o meu filho”...

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